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DROGAS - TÔ FORA!
Blog elaborado pelos alunos da disciplina Infomática na Educação
Agnes Reis, Adriana Simoni, Éderson Ricardo, Giliandro Gonçalves & Roberta Chitolina
CORREIO DO POVO PORTO ALEGRE, DOMINGO, 1 DE MAIO DE 2005 Projeto trata usuário de droga Programa Denarc Ajuda oferece terapia para consumidores e seus familiares
Atendimento personalizado é destacado pela delegada
Gustavo Azevedo
O professor de Educação Física E., de 26 anos, fumava maconha todos os dias desde os 16 anos. Ao ser detido numa operação da Polícia Civil em 2004, ele decidiu dar um novo rumo à sua vida. 'Eu me questionava se ia fazer 30 anos e continuar fumando. Estava me acabando', reconhece o rapaz. Desde outubro de 2004, ele e outros 164 dependentes aderiram ao Denarc Ajuda, programa de auxílio ao usuário desenvolvido pelo Departamento Estadual de Investigação do Narcotráfico. Conforme a titular da Divisão de Prevenção e Educação do Denarc, delegada Jovenessa Pace Soares, a reincidência constante da prisão de consumidores de drogas na Capital levou o departamento a criar o projeto.
O consumidores detidos pela Polícia são encaminhados para o programa, no qual passam por entrevista com psicólogos e agentes especializados. Nessa etapa, escolhem se seguem na terapia ou se voltam às ruas. Os casos de dependência severa acabam indo para o atendimento da rede pública de saúde. Aceitando, o usuário fica seis meses em terapia individual e em grupo. 'Aqui eles têm o diferencial de receber atendimento personalizado. Muito tiveram recaídas nesses primeiros meses, mas a maioria retornou para o tratamento', aponta. Segundo ela, a base do programa é a compreensão de que os usuários necessitam de uma chance e de que a família precisa estar envolvida neste processo. 'Grande parte estava a um passo de entrar para a criminalidade', explica. A delegada enfatizou que a retirada dos usuários derruba o traficante, que fica sem clientes. A família também recebe atendimento para tratar dos pacientes.
Jovenessa assinala que a iniciativa do Denarc antecipa-se à Justiça, já que o usuário detido precisa se apresentar ao juiz, que normalmente o encaminha para tratamento. Interessados podem ter acesso voluntariamente à iniciativa. Informações pelo fone (0800) 541-0116.
Correio do Povo Porto Alegre - RS - Brasil
Você acredita que este projeto do Denarc possa regenerar pessoas com dependências em atendimento público e personalizado? Colabore com idéias para esse projeto.
Escrito por GRUPOQUINTA às 18h37
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Brasileiros são mais dependentes em álcool, tabaco e maconha
A pesquisa mais recente sobre drogas verificou que 11,2 % da população brasileira é dependente de bebidas alcóolicas, 9% de tabaco e 1% de maconha. No primeiro levantamento domiciliar sobre drogas, realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), foram ouvidas 8.589 pessoas de 12 a 65 anos, entre outubro e dezembro de 2001, nos 107 municípios com população superior a 200 mil habitantes.

Saiba mais em: http://www.comciencia.br/especial/drogas/drogas01.htm
Você conhece algum dependente químico? Como é a vida social dessa pessoa?
Escrito por GRUPOQUINTA às 22h00
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Tabagismo:Uma das principais razões para o tabagismo ser a mais importante doença no mundo atual, deve-se ao fato de existirem fortes grupos interessados em produzir e vender tabaco. E, para isto, contam com o prestimoso auxílio de legiões de publicitários, sempre e cada vez mais criativos.

Os micróbios que causam as doenças infecciosas, que assolam principalmente os países em desenvolvimento, não recebem ajuda especializada em marketing, vendas, propaganda, antropologia, psicologia, sociologia, etc. Eles têm de se virar sozinhos, contando apenas com as más condições de saúde e educação das populações destes países. O tabaco, entretanto, para exercer a cada dia mais de seu cartel de maldades, conta com muito ajuda externa.
As campanhas publicitárias tem como base o desejo. As mensagens são quase sempre com algo que gostaríamos de ter ou ser e os publicitários tentam fazer com que o produto que eles queiram vender passe a impressão de que uma vez possuíndo-o, o sonho tornar-se-á realidade. Os anúncios de cigarro não querem convencer vocês de que fumar é bom, para isto utilizando-se de argumentos racionais. Os publicitários querem sim persuadí-los, mexer com os sentimentos de vocês, fazer com que vocês passem a querer fumar sem uma clara percepção do porquê.

Qual foi sua reação ao ver a foto acima?
Por exemplo, os homens, em sua tradiconal vocação para aumentar a espécie, gostariam de ter uma companhia feminina para esta tarefa. De preferência, uma companhia feminina de parar o trânsito, linda como ela só. O que as imagens do tabaco passaram por décadas: "fumem o nosso cigarrinho e vocês ficam poderosos". Como podiam fazer isso? Colocavam uma mulherzona lindaça acendendo o cigarro do otário, de preferência, fazendo beicinho.

No início do século 20, o objetivo da indústria fumageira era vender cigarros apenas para o homem. Portanto, a imagem da mulher era utilizada exclusivamente como o principal objeto do desejo masculino.
Deixe sua opinião sobre a forma que são divulgadas as drogas lícitas (aceitas pela sociedade). Mande exemplo dessas propagandas com comentários.
Escrito por GRUPOQUINTA às 21h39
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Fala sério, já não chega de tanta violência? Tem a que se dá entre as nações, a que se diz religiosa, a que diz que é para zelar pela paz, a do campo, a urbana, a dos estádios de futebol, a dos shows, a do trânsito, a doméstica e a dos fenômenos naturais. Ainda vais permitir a violência da fumaça?

E ai!?!? A fumaça do cigarro te incomoda?
Escrito por GRUPOQUINTA às 21h31
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Maconha

Efeitos físicos e psíquicos
Podem ser físicos (ação sobre o próprio corpo ou parte dele) e psíquicos (ação sobre a mente). Esses efeitos sofrerão mudanças de acordo com o tempo de uso que se considera. Ou seja, os efeitos são agudos (isto é, quando ocorrem apenas algumas horas após fumar) e crônicos (conseqüências que aparecem após o uso continuado por semanas, meses ou mesmo anos).
Os efeitos físicos agudos são muito poucos: os olhos ficam meio avermelhados, a boca fica seca e o coração dispara (de 60-80 batimentos por minuto pode chegar a 120-140 ou até mais).
Os efeitos psíquicos agudos dependerão da qualidade da maconha fumada e da sensibilidade de quem fuma. Para uma parte das pessoas, os efeitos são uma sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, de diminuição da fadiga e vontade de rir. Para outras pessoas, os efeitos são mais desagradáveis: sentem angústia, ficam aturdidas, temerosas de perder o controle da cabeça, trêmulas e suando. É o que, comumente, chamam de "má viagem". Há ainda evidente perturbação na capacidade da pessoa calcular tempo e espaço, e um prejuízo da memória e atenção.

Aumentando-se a dose e/ou dependendo da sensibilidade, os efeitos psíquicos agudos podem chegar até a alterações mais evidentes, com predominância de delírios e alucinações. O delírio é uma manifestação mental pela qual a pessoa faz um juízo errado do que vê ou ouve. Neste caso, há mania de perseguição (delírios persecutórios). A mania de perseguição pode levar ao pânico e, consequentemente, a atitudes perigosas ("fugir pela janela", agredir as pessoas em "defesa" antecipada contra agressão que julga estar sendo tramada). Já a alucinação, que é uma percepção sem objeto, pode ter fundo agradável ou terrificante.
Os efeitos físicos crônicos da maconha são maiores. Com o continuar do uso, vários órgãos do corpo são afetados. Os pulmões são um exemplo disso, levando a problemas respiratórios (bronquites), como ocorre também com o cigarro comum. Porém, a maconha contém alto teor de alcatrão (maior que no cigarro comum) e nele existe uma substância chamada benzopireno, conhecido agente cancerígeno. Ainda não está provado cientificamente que a pessoa que fuma maconha cronicamente está sujeita a contrair câncer dos pulmões com maior facilidade. Mas, os indícios de que assim possa ser são cada vez mais fortes.

Outro efeito físico indesejável do uso crônico da maconha refere-se à testosterona, ou hormônio masculino. Já existem muitas provas de que a maconha diminui em até 50-60% a quantidade de testosterona. Em conseqüência, o homem apresenta um número bem reduzido de espermatozóides no líquido espermático, o que leva a uma infertilidade. Este efeito desaparece quando a pessoa deixa de fumar a planta. É também importante dizer que o homem não fica impotente ou perde o desejo sexual, ele fica somente estéril.
Há ainda os efeitos psíquicos crônicos da maconha. Sabe-se que o uso continuado da maconha interfere na capacidade de aprendizagem e memorização e pode induzir um estado de amotivação. Além disso, a maconha pode levar algumas pessoas a um estado de dependência, isto é, elas passam a organizar sua vida de maneira a facilitar o uso da maconha, sendo que tudo o mais perde o seu valor.
Nomes mais conhecidos: maconha, haxixe, cânhamo, bangh, ganja, diamba, marijuana, marihuana.
Nomes populares: baseado, erva, tora, beise, fumo, bagulho, fininho.
Café cannabis Maconha a varejo
| Divulgação |
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| Cannabis: Ingleses discutem consumo da erva. |
O café Dutch Experience, na cidade de Manchester, está alimentando a discussão sobre a liberação da maconha na Inglaterra. Apelidado carinhosamente por seu dono, Colin Davies, de cannabis coffee, o local mexeu com a opinião pública inglesa. Servindo apenas maconha e proibindo o álcool, Davies conquistou a simpatia dos vizinhos, que consideram os freqüentadores gente pacífica e amistosa e os diferenciam dos muitos bêbados agressivos que saem dos pubs promovendo confusões. Davies tem revertido os lucros para otimizar seu serviço de fornecimento por correio a doentes que usufruem da ação anestésica da erva através da Cooperativa de Maconha para Uso Médico, pela qual é responsável. Ele próprio diz ter se tornado um usuário da maconha depois de quebrar uma vértebra em um acidente, em 1995.
O futuro do lugar, entretanto, continua incerto. Apesar de o secretário de Assuntos Internos do Reino Unido, David Blunkett, ter proposto transformar a cannabis em uma droga de classe C, portanto de porte não passível de detenção, sua venda continua ilícita. Vez por outra, policiais enfrentam a atmosfera esfumaçada do Dutch Experience para dar uma dura nos sorridentes clientes de Davies.
No Brasil a polêmica também está no ar! E você, é a favor ou contra a liberação da maconha?Por quê?
Escrito por GRUPOQUINTA às 21h18
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Abaixo um artigo muito interessante sobre o alcoolismo. No final do artigo, há um teste para ver como está sua relação com o álcool! Separamos um link para aprofundar o assunto www.alcoolismo.com.br

Agora que você já leu sobre o alcoolismo, que tal colocar a teoria em prática, visitando um grupo de AA (Alcoólicos Anônimos)? Na volta, deixe aqui o seu depoimento.
Escrito por GRUPOQUINTA às 21h05
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